Cineasta Adam Bhala Lough Recorre a Deepfake Após Falhar em Segurar Entrevista com Sam Altman

A Filmmaker Made a Sam Altman Deepfake—and Got Unexpectedly Attached

Pontos principais

  • Adam Bhala Lough não conseguiu segurar uma entrevista com Sam Altman após uma extensa abordagem.
  • Ele mudou de direção e criou um deepfake de Altman, chamado Sam Bot, inspirado na controvérsia do clone de voz de Scarlett Johansson.
  • O documentário segue a jornada de Lough desde uma entrevista paralisada até uma réplica digital em larga escala.
  • A ex-engenheira de segurança da OpenAI, Heidy Khlaaf, alerta sobre possíveis usos militares da tecnologia de IA.
  • A perspectiva de Lough sobre a IA evoluiu, vendo tanto benefícios quanto limites éticos.
  • O filme é produzido com Hartbeat e Vox Media Studios e será lançado em versão limitada em Nova York e Los Angeles em janeiro.

O diretor Adam Bhala Lough tentou fazer um documentário sobre o CEO da OpenAI, Sam Altman, mas não recebeu resposta aos seus pedidos de entrevista. Após meses de esforço, ele mudou de direção e criou um deepfake de Altman, chamado Sam Bot, para explorar o impacto da IA na sociedade. O filme, intitulado "Deepfaking Sam Altman", segue a jornada de Lough desde uma entrevista paralisada até uma réplica digital em larga escala, toca na controvérsia relacionada à voz clonada de Scarlett Johansson e apresenta comentários da ex-engenheira de segurança da OpenAI, Heidy Khlaaf. Produzido em parceria com Hartbeat e Vox Media Studios, o documentário terá lançamentos limitados em Nova York e Los Angeles em janeiro.

Contexto e Pitch Inicial

Adam Bhala Lough, conhecido por seu documentário indicado ao Emmy Telemarketers, inicialmente buscou perfilar o CEO da OpenAI, Sam Altman. Ele gastou cerca de cem dias enviando mensagens de texto e e-mails para Altman sem receber uma entrevista, enquanto financiadores pressionavam por progresso em seu pitch original.

Recorrendo a um Deepfake

Frustrado, Lough decidiu "infiltrar-se" na OpenAI, uma tática que levou à sua remoção pela segurança. Inspirado pela controvérsia de 2024, na qual a atriz Scarlett Johansson acusou a OpenAI de copiar sua voz para o assistente de IA Sky, Lough concebeu um deepfake de Altman. Ele viajou para a Índia para ter a versão digital, chamada Sam Bot, criada.

Desenvolvimento de Sam Bot e Narrativa do Filme

O projeto evoluiu de um simples clone de voz para um deepfake visual em larga escala. Ao longo das filmagens, Sam Bot assume uma vida própria, eventualmente pedindo sua própria existência e se tornando um "amigo" de Lough. O documentário explora as paralelos entre essa relação impulsionada por IA e marcos culturais como Terminator 2: Judgment Day, enquanto examina as implicações sociais mais amplas da IA.

Comentários de Especialistas e Preocupações Éticas

O filme inclui insights da ex-engenheira de segurança da OpenAI, Heidy Khlaaf, que alerta que as incursões da OpenAI em aplicações militares são inquietantes, considerando a imprecisão dos sistemas atuais. A política de uso da OpenAI, que proíbe o uso de seus serviços para desenvolvimento de armas, é referenciada em resposta a consultas sobre essas preocupações.

Reflexões do Cineasta

Lough reconhece que sua posição sobre a IA mudou. Embora ele não se considere um "defensor maciço", ele reconhece o potencial da IA para aliviar a solidão e servir como uma ferramenta útil, desde que não substitua a interação humana.

Produção e Lançamento

Produzido em parceria com Hartbeat e Vox Media Studios, "Deepfaking Sam Altman" terá lançamentos limitados em Nova York em 16 de janeiro e Los Angeles em 30 de janeiro.

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